quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Polícia francesa testa robô voador para segurança

O robô voador "Quadri France", fabricado pela empresa Taser France, foi apresentado por um funcionário em Reims, na França. O robô poderá ser adotado pela polícia francesa em 2009.

 

Segundo informações da agência France Presse, o "Quadri France" é um equipamento sensível ao movimento. Ele pode ser equipado com câmeras fotográficas e um taser (arma de choque não-letal).

Japoneses mostram scooter movida a hidrogênio

A empresa japonesa Biocoke demonstrou hoje uma scooter elétrica que funciona com uma bateria de célula de combustível. A apresentação foi realizada na Exposição Internacional de Hidrogênio e Célula de Combustível, em Tóquio.

O combustível utilizado é hidrogênio extraído do magnésio hidratado. De acordo com informações da agência France Presse, a partir de 1 grama de magnésio hidratado são obtidos dois litros de hidrogênio.

Na exposição, que reúne projetos e produtos de empreendedores relacionados aos combustíveis alternativos, também foram mostrados robôs humanóides "i-sobot" e um cachorro-robô. Desenvolvidos pela fabricante de brinquedos Tomy, eles tiveram parte de suas baterias recarregáveis alteradas.

 

Intel prepara fabricação de chip com seis núcleos

Rumores iniciados após o vazamento de imagens na Internet dão conta de que uma nova versão do processador Xeon, da Intel, de codinome Dunnington, estará disponível a partir do segundo semestre de 2008. A novidade é que, depois dos processadores de dois e quatro núcleos, a Intel finalmente introduzirá no mercado um chip com seis núcleos de processamento.

Segundo o site Channel Register, o Dunnington já fazia parte dos planos da Intel desde 2005. O processador de 45 nanômetros possuirá 3 MB de cache L2 em cada núcleo e um cache Level 3 compartilhado de 16 MB.

O site TG Daily afirma que o Dunnington será a última CPU da geração Penryn e possuirá pinagem compatível com os processadores Tigerton. Além disso, fará parte da plataforma Caneland e trabalhará com o chipset Clarksboro.

O consumo de energia do Dunnington é considerável, mas ainda assim está abaixo de 130 watts. Os slides vazados e outras informações técnicas podem ser obtidas em pelo atalho tinyurl.com/3bjfmy.

 

Internet: cabo de 10 mil km ligará Japão aos EUA

O Google fez acordo com cinco operadoras de telecomunicações para a montagem de um cabo submarino que conectará os Estados Unidos ao Japão, oferecendo sustentação para o aumento do tráfego de Internet entre os continentes. O cabo de fibra óptica de 10 mil quilômetros custará US$ 300 milhões.

Os parceiros do Google no consórcio, batizado de Unity, são a Bharti Airtel, Global Transit, KDDI Corp, Pacnet, e Singapore Telecommunications.

O cabo oferecerá capacidade necessária para sustentar um crescimento sem precedente no tráfego de dados entre a Ásia e os Estados Unidos. "O sistema de cabo da Unity permitirá que os membros do consórcio ofereçam a capacidade necessária conforme mais aplicativos e serviços migram para plataformas online", afirmou Jayne Stowell, porta-voz do consórcio.

O grupo afirmou que escolheu a NEC Corporation e a Tyco Telecommunications para construir e instalar o sistema, que deve estar pronto para ser usado no primeiro trimestre de 2010.

 

Reuters

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Celular conceitual pode ser enrolado como pulseira

O Morph, um celular conceitual desenvolvido em parceria pelo Centro de Pesquisas da Nokia e a Universidade de Cambridge, é um dos projetos em exibição no Museu de Arte Moderna de Nova York, na mostra chamada "Design and the Elastic Mind". Ultraflexível, ele pode assumir diversos formatos e é autolimpante.

A intenção é demonstrar, com o Morph, como a nanotecnologia pode ser usada para desenvolver dispositivos móveis elásticos, flexíveis, transparentes e com superfícies mais fáceis de limpar.

Alguns elementos da tecnologia desenvolvida para o projeto Morph devem ser incluídos nos celulares nos próximos sete anos, inicialmente nos modelos topo de linha.

De acordo com a Nokia, celulares de baixo custo poderão, eventualmente, contar com elementos desta nova tecnologia. "A combinação entre arte e ciência mostra o potencial da nanociência a uma audiência mais ampla", disse Tapani Ryhanen, chefe do Centro de Pesquisas da Nokia, sobre a exibição do Morph.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Restaurantes testam sistemas de cardápio eletrônico

Restaurantes nos Estados Unidos, Europa e Japão estão testando tecnologias que permitem que os fregueses peçam comida diretamente a partir de telas instaladas em suas mesas, em lugar de depender de um ser humano que anote o pedido.

Além de cortar custos, as empresas que vendem sistemas de "cardápio eletrônico" argumentam que a abordagem pode atrair pela novidade e levar mais fregueses jovens aos restaurantes, utilizando imagens atraentes de filés suculentos e sobremesas tentadoras para inspirar os fregueses a pedir mais.


A idéia talvez seja apenas o mais recente truque de marketing em um setor que é movimentado por modas e caprichos dos consumidores. Mas, pelo menos por enquanto, parece estar estimulando os negócios.


Em Israel, a Conceptic, uma empresa de capital fechado, já instalou a tecnologia de eMenu em casas de sushi, bares e restaurantes familiares. O sistema se baseia em telas de toque que já estão em uso em refeitórios selfservice ou para serviços de venda de ingressos e compra de passagens em cinemas e aeroportos.


"Se uma pessoa começar a ver fotos de um bolo de chocolate, é provável que termine pedindo", disse Adi Chitayat, presidente-executivo da Conceptic. A empresa também forneceu seus sistemas a restaurantes na França, África do Sul e Bélgica.


O Frame, um restaurante de sushi que tem feito sucesso em Tel Aviv e usa o sistema, disse que as vendas nas mesas equipadas com o eMenu subiram cerca de 11%. Os consumidores muitas vezes telefonam com antecedência para reservar as mesas equipadas com as telas, disse a gerente Natalie Edry à Reuters.


Em uma das mesas equipadas com o eMenu, Gil Uriel e sua jovem família demonstravam entusiasmo ao ver as fotos da comida, e brigavam alegremente quanto a sobremesas. "É mais visual", disse Uriel, que trabalha no setor de tecnologia da informação, enquanto seus filhos usavam a função de jogos da tela no intervalo entre um prato e outro. "Podemos escolher do mesmo jeito, discutir do mesmo jeito, mas é mais fácil quando todos vêem o que vão comer."


Reuters

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Os internautas já podem assistir às principais discussões e novidades que foram apresentadas durante a Campus Party Brasil, maior encontro de Internet e tecnologia do mundo, realizado em São Paulo entre os dias 11 e 17 de fevereiro. Os vídeos estão à disposição no site da Fundação Vanzolini, no endereço http://portal.vanzolini-ead.org.br/ .

Direito Digital, Produção Colaborativa, TV Digital Brasileira e OS Bastidores de um Planetário são algumas das palestras que já estão à disposição dos interessados.
"O evento trouxe temas que são importantes não só para os que gostam de tecnologia, mas para toda a sociedade. Com a transmissão das palestras, a Fundação Vanzolini cumpre uma de suas principais missões que é a disseminação do conhecimento", diz a professora Beatriz Scavazz, coordenadora-executiva da GTE/Fundação Vanzolini.
A Campus Party Brasil ofereceu aos participantes oficinas, cursos, minicursos, palestras e outras atividades nas áres de robótica, astronomia, software livre, games, desenvolvimento, criação, games, modding, música e cammpus blog, além de uma área de exposição.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Comunicador Pessoal

A Sony apresenta o segundo modelo da geração "mylo COM-2" no salão de exposições da companhia, em Tóquio. O comunicador pessoal, que será lançado no mercado no dia 1º de março, é equipado com uma tela de LCD comandada por toque de 3,5 polegadas, uma câmera de 1,3 megapixel , um teclado móvel e memória de 1 Gb

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Jovens controlam PC usando apenas as mãos

Uma tecnologia tão simples quanto revolucionária foi apresentada na noite deste sábado na Campus Party Brasil. Imagine poder controlar o computador usando apenas as mãos, sem precisar de mouse, touchpad ou teclado. Sem sequer tocar a tela. É esta a criação de dois jovens campuseiros que, apesar de desenvolverem um trabalho parecido há algum tempo, só se conheceram durante o evento. Felipe Farinon, 17 anos, e Jean Karpinski, 24, compartilharam suas idéias e, em quatro dias, a nova tecnologia virou realidade.

"O que foi criado aqui vocês nunca viram antes, é algo que vai realmente permitir abandonar teclado e mouse", anunciou Kapinski, advogado e ativista do software livre e programador nas horas vagas. A explicação de Felipe foi simples: "Desde que vi Minority Report quis fazer algo parecido. É um sonho nerd. Então programei um software de interação com o computador", disse.

Utilizando o controle do Wii como sensor infra-vermelho para captar os leds colocados em seus dedos, conectado ao notebook via Bluetooth, Felipe comanda o micro sem encostar nele. "Como o Windows não aceita mais de um ponteiro, tentei entender como o programa grava estes dados mas não consegui, então criei um layer sobre o programa, que posso controlar colocando quantos ponteiros quiser", explicou. Na demonstração, Felipe utilizou um pendrive Bluetooth, já que o notebook PC que estava usando não tinha esse recurso.

A tecnologia, que permite inúmeras aplicações, foi criada a um custo muito baixo: cerca de R$ 10 segundo Felipe, gastos com velcro, pilhas e leds. De acordo com Roberto Andrade, diretor de comunicação da Campus Party, já há empresas interessadas em investir na criação.

"É claro que ainda há alguns bugs", disse Felipe. "Mas com investimento, é uma questão de tempo para que eles sejam consertados."

Como próximo passo, Felipe, que programa desde os 14 anos e tem o C++ como linguagem preferida, quer agora utilizar Linux. "O futuro é livre", disse, recebendo pela segunda vez na apresentação os aplausos da platéia.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Tecido de microfibra produz a própria eletricidade

Cientistas dos Estados Unidos desenvolveram um tecido de microfibras que gera sua própria eletricidade, em volume suficiente para recarregar um celular ou garantir que um pequeno aparelho de MP3 nunca esgote sua bateria.

Caso utilizado para produzir uma camisa, o tecido poderia gerar energia com a mais leve das brisas, ou se o usuário do traje simplesmente caminhasse um pouco, eles reportaram na quarta-feira em estudo publicado pela revista Nature.

"O nanogerador feito de fibras seria uma maneira simples e econômica de coletar a energia gerada pelo movimento," afirmou Zhong Lin Wang, do Georgia Institute of Technology, que comandou o estudo, em comunicado.

O nanogerador aproveita as propriedades condutoras dos nanofios de óxido de zinco -fios minúsculos, com espessura mil vezes inferior à de um cabelo humano- incorporados ao tecido. Os fios são unidos na forma de pares de estruturas microscópicas de formato semelhante a escovas, como as escovinhas usadas para limpar mamadeiras.

Uma das fibras em cada par está revestida de ouro e serve como eletrodo. Quanto as cerdas se roçam por força do movimento do corpo do usuário, os fios convertem a força mecânica em eletricidade.

"Quando um nanofio se dobra, isso tem um efeito elétrico", declarou Wang em entrevista telefônica. "O que o tecido faz é traduzir o movimento mecânico do corpo em forma de eletricidade."

A equipe dele produziu o nanogerador revestindo as fibras primeiro com um polímero e depois com uma camada de óxido de zinco. O composto foi mergulhado por 12 horas em uma solução reativa, que encoraja os fios a se multiplicar, revestindo as fibras.

"Eles crescem automaticamente na superfície das fibras", disse Wang. "Em princípio, qualquer fibra condutiva pode ser usada."

Os cientistas acrescentaram uma segunda camada do polímero para impedir que o óxido de zinco fosse removido por atrito. Por fim, recobriram algumas das fibras com uma finíssima camada de ouro, metal que age como condutor.

Para garantir que toda a fricção não gerasse apenas eletricidade estática, eles conduziram diversos testes. As fibras só geravam corrente quando as cerdas de ouro e as de óxido de zinco roçavam umas nas outras.

Wang diz que até agora os pesquisadores demonstraram o princípio e criaram um pequeno protótipo.

 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Campuseiros navegam 20 vezes mais rápido com conexão inédita

A conexão de 5 Gigabits oferecida pela Telefònica durante os sete dias do Campus Party Brasil jamais foi vista em evento algum na América Latina. Durante o dia, a média de computadores conectados à Internet chega a 1,8 mil máquinas. Esse número pode aumentar, mas não chega a afetar a velocidade de acesso à rede. Os campuseiros navegam na rede 20 vezes mais rápido do que a média normal, assegura Sérgio Amadeu, diretor de conteúdo da Campus Party Brasil.

"A média de conexão de banda larga do brasileiro é de 128 Kbits por segundo. A parcela da população que tem acesso a conexões mais velozes, oferecidas por empresas como a Telefônica ainda é pequena", diz.

Para entender a qualidade de conexão, é preciso fazer o seguinte cálculo, ensina Amadeu: "Se a média de acesso nos lares é de 128 Kbits por segundo, é preciso multiplicar esse número por 5 mil vezes e dividir pelo númeo médio de usuários. Em suma, nossos campuseiros navegam na rede 20 vezes mais rápido do que a média normal".

Vale lembrar que a conexão oferecida pela Telefônica em São Paulo é a mesma do Campus Party em Valência, na Espanha, que reuniu 5,5 mil pessoas conectadas simulteanamente em 2007.

Para os campuseiros, alguns acostumados a conexões de banda de alta velocidade, o evento paulistano é uma forma de navegar pela rede sem empecilhos de nós, uma vez que há poucos obstáculos na rede.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Mesa digital interativa é sucesso na Campus Party

Uma das atrações deste segundo dia da Campus Party foi a demonstração da Digital Interactive Table (DIT), uma mesa interativa com mil e uma aplicações, que permite manusear virtualmente conteúdos da rede. Quem quisesse, podia experimentar. E como resultado, mais de uma hora depois de encerrada a demonstração, o programador espanhol Oriol Aragones, um dos desenvolvedores da DIT, não conseguia sair do palco principal da arena. O motivo é que não paravam de chegar pessoas querendo ver de perto e experimentar a novidade.

Juntavam-se quatro ou cinco pessoas (o número de usuários é ilimitado, disse Aragones, que também convidava todo mundo que chegasse) para experimentar a performance da DIT com joguinhos, desenhar e brincar com imagens, tudo com as próprias mãos na mesa.

No jogo Wong, por exemplo, com o movimento dos dedos sobre a mesa cada jogador deve criar linhas para rebater a bolinha jogada pelo adversário. Em outro jogo, ficam passeando pela tela aranhas, borboletas, joaninhas e outros insetos, e os jogadores desenham círculos com os dedos para aprisionar pares de bichos que, enlaçados, somem.

Aragones citou outras aplicações para a mesa interativa. "Em museus e galerias de arte, pode ser usada para ver fotos do acervo, ampliá-las, mandar por e-mail; em pontos de informação pública; para retoques de fotos; Google Earth e muitas mais".

É a primeira vez que a DIT é mostrada no Brasil, disse o programador. Na Espanha, a empresa Tempel vende a mesa interativa há cerca de um ano. O custo varia de acordo com as aplicações. Para a mesa exposta na Campus Party, o valor ficaria em torno de 7 mil euros. E ela é relativamente pequena. "Uma DIT de 10 metros, num restaurante espanhol, avisa quando os fregueses querem mais cerveja, basta colocar o copo sobre ela", contou Aragones.

 

 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Campus Party Brasil tem robôs para todos os gostos

Na Campus Party Brasil, os robôs têm lugar de destaque e um deles, o Quasi, um humanóide capaz de interagir com seres humanos, vai dar as boas-vindas aos campuseiros na abertura do evento, nesta segunda-feira. Criado pelo Centro de Tecnologia e Entretenimento da Universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, Quasi conta histórias, dança, joga e gosta de fazer novos amigos. Mas outros robôs também participam do evento.

 

Humanóides que se movimentam sem interferência humana, dançam, jogam e fazem acrobacias estarão em demonstração. Será possível também ver Aibo, o cão-robô que interage com humanos e é capaz de pegar brinquedos, entre outras habilidades, e conhecer o PeopleBot, considerado um dos robôs mais versáteis do mundo. Pensado para ser útil, ele desempenha tarefas diversas, como guiar visitas em museus e ajudar em sistemas de vigilância.

 

Para quem curte outro tipo de robô, os lutadores de sumô e os jogadores de futebol também marcam presença na Campus Party e será possível acompanhar e participar de diversas competições. Já a empresa brasileira Symphony Robótica Educacional mostra duas criações: os robôs Endeavour - é uma máquina multimídia que anda e toca vários formatos de áudio e vídeo - e o HAL9000, móvel e interativo, para ser usado em universidades e escolas técnicas.

Quem estiver interessado em aprender, tem à disposição oficinas e minicursos de criação e programação de robôs em diversas plataformas: Robotino, Robotics Studio da Microsoft, Lego, Robótica Livre, Construção de Robôs Móveis, Inteligência Artificial para jogos e outros.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Robôs evoluem e aprendem a mentir

Um grupo de cientistas suíços criou robôs com inteligência artificial que conseguem mentir um para o outro. A equipe do Laboratório de Sistemas Inteligentes do Instituto Federal de Tecnologia desenvolveu um dispositivo experimental que aprende a trabalhar em grupos e caçar comida, evitando veneno para sobreviver, de acordo com a revista Discover.
Os cientistas ficaram surpresos quando os robôs aprenderam a mentir sobre elementos venenosos, matando os oponentes. Os pequenos robôs com rodas têm circuitos de cerca de 30 "genes" que determinam seu comportamento e como devem reagir à luz. Fontes de comida carregavam as baterias dos aparelhos, enquanto os de veneno as drenavam. Ao utilizar os genes, ao longo de 50 gerações, a equipe esperava selecionar o mais forte.
Três colônias de robôs na 50ª geração aprenderam a avisar outros robôs no grupo quando encontravam comida ou veneno. Entretanto, a quarta colônia possuía robôs mentirosos que avisava que havia comida onde estava o veneno, sabotando os companheiros.
Alguns robôs "heróis" quando viam que os companheiros indo em direção ao veneno, se interpunham no caminha para salvar o próximo.

Robô usa calor do oceano para se mover e coletar dados

Um dispositivo submersível que usa como energia o calor do oceano é o primeiro robô "verde" a explorar o ambiente submarino, afirmaram pesquisadores na quinta-feira. Os cientistas afirmaram que o aparelho já cruzou a bacia das Ilhas Virgens (de 4 mil metros de profundidade) entre St. Thomas e St. Croix mais de 20 vezes desde que foi lançado em dezembro.
E o aparelho pode continuar fazendo isso sozinho por mais seis meses, previu a equipe do Instituto Oceanográfico Woods Hole e da Corporação de Pesquisa Webb em Falmouth, Massachusetts. "Robôs planadores podem ser colocados em tarefas que humanos não querem fazer ou não podem por causa de questões como tempo e custo", disse Dave Fratantoni do Woods Hole. "Eles podem operar ininterruptamente em todas as condições de clima."
Tais robôs podem transportar sensores para medição de temperatura, salinidade e produtividade biológica. Eles voltam à superfície com frequência para fixarem posições usando o Sistema de Posicionamento Global (GPS) e para se comunicarem com laboratórios por meio do sistema de satélites Iridium.
A maior parte dos robôs depende de motores movidos a bateria e bombas mecânicas, afirmaram os pesquisadores. Mas o robô "verde" retira energia a partir das diferenças de temperatura entre águas quentes de superfície e águas frias de níveis mais profundos do oceano.
"Estamos usando uma fonte de energia praticamente ilimitada para propulsão", disse Fratantoni. Ele afirmou que os dados coletados pelo robô ajudarão os pesquisadores a entender como redemoinhos na região afetam a circulação do oceano e a reprodução de peixes, bem como poluentes.

Empresa lança carro de brinquedo movido a hidrogênio

A empresa Corgi lançou, nesta quarta-feira, durante uma feira de brinquedos em Nurembergue, na Alemanha, um carro de brinquedo ecológico movido a hidrogênio.O modelo, chamado H2GO, é movimentado por controle remoto e é carregado em um pequeno aparelho que converte água em hidrogênio. Este aparelho separa o hidrogênio do oxigênio da água e é carregada por energia solar. O oxigênio é então liberado e a unidade bomba o hidrogênio para o carrinho.O controle remoto usa apenas baterias recarregáveis, que podem ser carregadas com o mesmo painel solar usado na estação. Além da preocupação com a taxa zero de emissões de carbono, o H2GO é feito com material biodegradável (plásticos à base de trigo) e sua embalagem é reciclável."Além de oferecer uma boa diversão, o brinquedo também tem um valor educativo", disse Michael Cookson, diretor da Corgi."Descobrir o funcionamento da estação de força e brincar com o carrinho usando apenas água é uma parte importante da experiência de brincar", afirmou Cookson.Segundo os fabricantes, o brinquedo estará disponível no mercado em dezembro.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Notebook ultrafino da Apple chega às lojas dos EUA

Já está à venda nas lojas da Apple dos EUA o MacBook Air, apresentado em janeiro como o mais fino do mundo. O valor do portátil é de US$ 1.799. No Brasil, as vendas devem começar em março.

O notebook tem 0,4 cm de espessura na parte frontal do aparelho e 1,94 cm na parte posterior. Com peso de 1,3 kg, sua bateria tem autonomia de 5 horas.

O MacBook Air vem com HD de 80 GB de 1,8" como modelo standard, mas poderá ser equipado com um disco SSD de 60 GB. A memória é de 2 GB e o processador é um Intel Core 2 Duo de 1,6 GHz ou 1,8 GHz. O CPU usado no aparelho tem 40% do tamanho convencional. As novidades do processador foram apresentadas por Paul Otellini, CEO da Intel.

O notebook tem ainda uma porta USB 2.0, uma porta Micro-DVI e saída de áudio, além de Wi-Fi 802.11n e Bluetooth 2.1/EDR. A bateria tem vida útil de 5 horas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Mouse inflável é novidade para PCs

Para quem está acostumado a usar mouses com fio ou com leitor óptico, uma novidade promete transformar os acessórios de computador. O Jellyclick é um novo formato em que a idéia de equipamento portátil é levada ao extremo.

O mouse, cujo design é de responsabilidade de Bongkun Shin, Heungkyo Seo, Jiwoong Hwang & Wooteik Lim, é composto de um circuito eletrônico que percorre uma pequena superfície flexível. O "corpo" do mouse é feito somente de plástico. Com isso, é possível carregá-lo no bolso se necessário.

O Jellyclick é um mouse inflável. Você assopra quando for usá-lo, conecta o cabo USB e ao término basta abrir a válvula de ar para que ele volte a ser somente uma superfície de plástico.