sexta-feira, 28 de março de 2008

Photoshop ganha versão online gratuita

Está disponível na Internet uma versão gratuita do Photoshop, software popular para edição de imagenss. Basta acessar o site www.photoshop.com/express, que oferece ainda opções para montagem de galerias e 2 GB de espaço para o armazenamento de imagens.

A idéia da Adobe Systems com a nova ferramenta, ainda em fase de testes, é conquistar a nova geração de internautas que usa a web para editar, guardar e exibir suas fotos.

Não é necessário fazer nenhum download, já que a ferramenta é online. O usuário precisa apenas fazer um registro no site e depois pode acessar sua conta a partir de qualquer computador. O programa é compatível com todos os sistemas operacionais e browsers.

Feito o registro, comece a usar sua conta: suba fotos, crie galerias, navegue pelas fotos de outros usuários, compartilhe.

O lançamento marca a entrada da Adobe no mercado de programas online, concorrendo com aplicações como o Picasa, do Google (que também permite compartilhar as imagens), Shutterfly e Picnik, entre outros, que já estão há mais tempo presentes neste mercado.

Terra

quarta-feira, 26 de março de 2008

Você tem coragem de fazer o que gosta?

Normalmente coloco reportagens sobre tecnologia neste blog, mas lendo um de meus blogs favoritos
( http://tresminutos.blig.ig.com.br/ - Três minutos para o sucesso) encontrei o post de Ricardo Bellino, falando sobre a coragem de se fazer o que gosta e conseqüentemente obter sucesso em sua profissão.


As pessoas de sucesso quase sempre costumam destacar a “paixão” ou o “gostar do que se faz” como fatores fundamentais de seu êxito profissional e de sua realização pessoal. Isso parece tão simples, óbvio e evidente que até já virou chavão. Quem gosta do que faz tem mais prazer, energia, motivação. E, diga-se de passagem, jamais ouvi um profissional bem sucedido dizer que odeia seu trabalho. Eles podem até admitir que existem dificuldades, que certas atribuições são menos prazerosas do que outras... Mas sempre reafirmam a paixão que sentem por seu ofício.

Só que às vezes parece haver uma distância enorme entre o que ouvimos essas pessoas dizer e o que observamos em nossa própria realidade. Cansamos de ver gente que detesta o que faz, que reclama sem parar e que vê o trabalho como uma maldição, e não como uma bênção. E às vezes nós mesmos nos encontramos nessa situação. Então pensamos: “Essa história de gostar do que se faz é coisa de alguns poucos privilegiados, que tiveram sorte na vida”. Grande engano. Essas pessoas até podem ter tido sorte em alguns momentos. Mas não foi esse o fator fundamental. Se elas chegaram ao sucesso fazendo o que gostam é porque tiveram coragem. Muita coragem.

O fato é que ganhar a vida e obter êxito em um trabalho pelo qual você é realmente apaixonado exige coragem. Muitas vezes você tem de contrariar as expectativas familiares e sociais e a pressão de fazer determinadas escolhas que supostamente lhe trariam um retorno financeiro maior – por exemplo, ser advogado quando na verdade você gostaria de ser músico – e lidar com a insegurança e a desaprovação que isso pode trazer de início. Outras vezes é necessário lutar com unhas e dentes por uma idéia que os outros consideram maluca, ou mesmo abandonar uma situação mais sólida e confortável e correr riscos tentando realizar os seus sonhos. Ou seja, fazer o que se gosta exige determinação e sacrifícios. Exige que você enfrente seus medos e se ponha à prova. Em outras palavras, exige coragem.

Sendo assim, a pergunta é: você tem coragem de fazer o que gosta?

quinta-feira, 20 de março de 2008

Gigantes da tecnologia buscam saída para a computação

A Intel e a Microsoft anunciaram na terça-feira que planejavam financiar dois grupos de pesquisadores universitários para começassem do zero o projeto de uma nova geração de sistemas de computação cujo objetivo seria tirar o setor de um beco sem saída tecnológico que ameaça pôr fim a décadas de melhoria constante no desempenho dos computadores.

Caso o esforço de pesquisa encontre sucesso, possibilitará o desenvolvimento de novos tipos de computador portátil e poderia permitir que os engenheiros de computação resolvessem problemas em áreas diversificadas como o reconhecimento de voz, processamento de imagem, sistemas de saúde e música. Por exemplo, David Wessel, professor de música na Universidade da Califórnia em Berkeley, pensa em uma nova era na qual os instrumentos musicais digitais serão capazes de se equiparar à rica versatilidade de instrumentos acústicos como violinos e pianos.

As verbas de pesquisa no valor de US$ 20 milhões em cinco anos permitirão a criação de laboratórios independentes em Berkeley e na Universidade do Illinois, em Urbana-Champaign, para mapear meios de reinventar a computação. Os dois trabalharão em hardware, software e em uma nova geração de aplicativos acionados por chips de computador contendo múltiplos processadores.

A Universidade do Illinois planeja contribuir com US$ 8 milhões adicionais ao projeto, e em Berkeley os dirigentes solicitaram verbas adicionais de US$ 7 milhões a um projeto estadual que oferece verbas casadas de pesquisa para programas financiados pelo setor privado.

O setor de computador em termos gerais abandonou sua dependência quanto a aumentos regulares na velocidade de processamento dos chips. Nos últimos anos, a aposta é de que os futuros avanços em termos de velocidade e eficiência energética surgirão do uso de múltiplos processadores em um único chip de silício. Quando isso acontece, diversas funções de computação podem ser realizadas em paralelo, em lugar de seqüencialmente.

A nova agenda de pesquisa foi motivada em parte por uma crescente sensação de que o setor enfrenta uma espécie de crise, já que o software avançado para processamento paralelo não vem sendo desenvolvido rapidamente. A maioria dos programadores atuais continua a escrever software que resolve problemas seqüencialmente.

No momento, os microprocessadores de uso comercial mais avançados já oferecem até oito processadores, ou núcleos, em um só chip, mas o setor está a caminho de chips com 100 ou mais processadores. O problema, de acordo com pesquisadores acadêmicos e executivos do setor, é que o software que acionaria dezenas de processadores simultaneamente para resolver toda sorte de problemas de computação ainda não existe.

Ainda que o montante da verba de pesquisa seja modesto, ambas as universidades são conhecidas por pesquisas de estágio inicial que exerceram impacto considerável sobre o setor de computação. O diretor do novo Centro Universal de Pesquisa de Computação Paralela em Berkeley, o cientista da computação David Patterson, já esteve associado a conhecidos avanços em design de microprocessadores e sistemas de armazenagem de dados. O laboratório da Universidade do Illinois será comandado por Marc Snir, professor de ciência da computação, e por Wen-mei How, professor de engenharia elétrica e da computação. Um dos pesquisadores do laboratório será David Kuck, da Universidade do Illinois, pioneiro no campo da computação paralela e hoje pesquisador da Intel.

Patterson começou a alertar sobre a iminência de uma parada no desenvolvimento há diversos anos. "Três anos atrás", diz, "avisamos que o mundo mudaria, e que era preciso agir a respeito".

Wessel, o professor de música, disse que costuma usar três laptops em seus trabalhos de composição, a fim de dispor do poder de computação de que precisa. "Não consigo processar tantos dados quanto necessito, em meu laptop", diz.

Boa parte das discussões do setor tem se concentrado na computação centralizada, ou "em nuvem", nos últimos anos. Mas os novos laboratórios de pesquisa se dedicarão, em lugar disso, a obter novos avanços em sistemas móveis de computação. Os novos sistemas serão projetados pata realizar tarefas que os computadores atuais teriam dificuldade para realizar, como o reconhecimento de gestos e fala humana. Um sistema avançado de computação em paralelo também ajudaria os cientistas a criar browsers capazes de obter dados complexos com maior rapidez, processá-los e exibi-los.

As duas equipes de pesquisa foram selecionados com base em candidatos inscritos por 25 universidades dos Estados Unidos. Executivos tanto da Intel quanto da Microsoft disseram que as verbas de pesquisa eram apenas uma solução parcial para preencher o vazio deixado pela ausência da Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa (Darpa), do Pentágono, que ao longo do governo Bush tem se concentrado mais em projetos militares e sigilosos, reduzindo as verbas para pesquisa pura que costumava conceder a universidades.

"A comunidade acadêmica jamais se recuperou completamente da retirada das verbas que a Darpa costumava fornecer", disse Daniel Reed, diretor de computação coletiva e de múltiplos núcleos da Microsoft, que supervisionará o envolvimento da empresa com os novos laboratórios de pesquisa.

The New York Times

Casio mostra a câmera mais rápida do mundo

A empresa Casio Computer mostrou hoje, no Japão, sua nova câmera, considerada a mais rápida do mundo. O novo modelo, com resolução de 6 megapixels, é capaz de capturar até 60 imagens por segundo. A câmera também grava filmes a 1,2 mil frames por segundo.

O lançamento acontece durante a feira Photo Imaging Expo, realizada na capital japonesa, Tóquio. Não há informação sobre o preço do aparelho.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Processadores auto-refrigerados deverão aposentar coolers mecânicos

A empresa emergente Thorrn Micro Technologies apresentou um sistema para resfriamento de chips que não tem partes móveis e que produz vento suficiente para resfriar um laptop inteiro.

Cooler de estado sólido

O exaustor de estado sólido produz uma corrente de ar três vezes maior do que um "cooler" mecânico típico, mesmo tendo apenas um quarto do tamanho. Como não possui partes móveis, o dispositivo é silencioso, ultra-fino, apresenta baixíssimo consumo de energia e praticamente não requer manutenção.

Vento iônico

Batizado de RSD5, o cooler de estado sólido é formado por uma série de fios que produzem plasma em micro-escala - plasma é um gás ionizado que possui elétrons livres suficientes para transmitir eletricidade.

Os fios ficam no interior de superfícies meia-cana - equivalentes a um cano cortado na longitudinal. Uma placa não carregada eletricamente é posta sobre o conjunto, funcionando como uma espécie de tampa.

Quando os fios são submetidos a uma corrente elétrica, os íons do plasma resultante empurram as moléculas de ar do fio para a placa, gerando o vento. O fenômeno é chamado de vento corona.

Refrigeração miniaturizada

O projeto da superfície curva permitiu o controle das descargas em micro-escala até o nível de produção máxima de vento sem o risco de formação de arcos elétricos. O resultado é uma corrente de ar de 2,4 metros por segundo. Os maiores coolers mecânicos produzem fluxos de ar entre 0,7 e 1,7 metros por segundo.

"A tecnologia tem potência para resfriar um chip de 25 watts utilizando um dispositivo de menos de 1 centímetro cúbico e um dia poderá ser integrada no silício para se produzir chips auto-refrigerados," diz Dan Schlitz, um dos criadores do exaustor de estado sólido.

 

G.Skill Lança Memórias DDR3 com Cooler

A G.Skill anunciou uma nova memória DDR3-1800 CL7 com cooler Antazone RamMod, sendo indicada para computadores com overclock. O cooler vem com uma ventoinha de 8000 rpm que produz ruídos de no máximo 20dBA. Já os módulos têm clock de 1800MHz (PC3-14400), latências de 7-7-7-18 e estão à venda em kits de 2GB (2x1GB).

Mais Informações: http://newgskill.web-bi.net/bbs/zboard.php?&id=g_ddr3

Clube do Hardware

terça-feira, 18 de março de 2008

Britânico cria gangorra que gera energia elétrica

Um jovem inventor criou uma gangorra que gera eletricidade suficiente para iluminar uma sala de aula, e vê no artefato uma solução para problemas de abastecimento em áreas da África. A gangorra, concebida pelo estudante de design Daniel Sheridan, da Universidade de Coventry, na Grã-Bretanha, transfere a energia gerada pelo movimento ascendente e descendente da criança que brinca para uma unidade de armazenamento, através de um cabo subterrâneo.

O aluno recebeu o equivalente a pouco mais de US$ 10 mil para desenvolver a idéia em um concurso universitário e diz que pretende usar o dinheiro para criar um protótipo.

A inspiração para criar o artefato surgiu durante uma viagem para trabalhar como voluntário em uma escola no sul de Mombasa, no Quênia, no ano passado. O jovem de 23 anos ajudou a construir a escola e deu algumas aulas. "Vimos muitas crianças que adoravam brincar, sua energia, sua vibração. Eu pensei que seria ótimo usar isso de alguma forma", afirmou.

"A necessidade de energia elétrica na África Subsaariana é incrível. Sem energia, o desenvolvimento é extremamente difícil." "O potencial para este produto é enorme e o design poderia beneficiar várias comunidades na África e além."

Sheridan calcula que cinco a dez minutos de uso da gangorra podem gerar eletricidade suficiente para iluminar uma sala de aula durante uma noite, por exemplo.

Muitas escolas na África que abrem suas portas no período noturno para alunos mais velhos são iluminadas apenas por velas e lâmpadas de querosene.

Mas, como a energia gerada pela gangorra pode ser armazenada, os seus proprietários podem decidir o quanto desejam utilizar a cada momento.

Agora Sheridan vai viajar para uma aldeia perto da cidade de Jinja, em Uganda, onde vai testar e finalizar o protótipo usando peças adquiridas localmente.

"Eu adoraria projetar um playground inteiro com peças diferentes de equipamento que podem gerar eletricidade suficiente para alimentar uma aldeia inteira."

BBC Brasil

Gravador de disco Blu-ray

A japonesa Mitsubishi Eletric lança em Tóquio o primeiro gravador e player de DVD "Gravador de disco Blu-ray DVR-BZ200" e a nova televisão de LCD com tamanhos que irão variar de 40 a 52 polegadas. O gravador é equipado com 500 Gb de HDD e será colocado no mercado em maio

quinta-feira, 13 de março de 2008

Robô a laser pode ajudar pessoas com pouca mobilidade

Hai Ngugen, estudante da universidade americana Georgia Tech, mostrou um robô que obedece a comandos por estímulos de laser. O pesquisador do programa de pós-graduação em robótica da Universidade passa instruções ao robô EL-E para pegar uma xícara no Intituto de Sistemas de Saúde em Atlanta, ele obedece, pois é programado para trazer os objetos iluminados pelo laser até o usuário.

O robô, que foi lançado quarta-feira em uma conferência em Amsterdã, será testado no segundo semestre deste ano em situações reais que envolvam pacientes com doenças degenerativas, que provocam alterações no funcionamento de células, tecidos ou órgãos.

 

segunda-feira, 10 de março de 2008

Nova câmera detecta objetos escondidos sob as roupas

Uma empresa britânica de segurança desenvolveu uma câmera capaz de detectar objetos como armas, drogas ou explosivos escondidos embaixo da roupa das pessoas a uma distância de até 25 metros. Chamada de T5000, a câmera funciona com uma tecnologia que detecta a radiação eletromagnética de ondas Terahertz, emitidas naturalmente pelas pessoas e objetos.

Estas ondas estão numa categoria entre o infravermelho e as microondas e são capazes de atravessar nuvens e paredes. A característica destas ondas muda de acordo com cada objeto, o que possibilita ao aparelho conseguir distinguir cocaína de açúcar, por exemplo.

"Se olharmos para alguém em terahertz, a pessoa iria aparecer brilhando como uma lâmpada e a intensidade do brilho dos objetos iria variar", disse um porta-voz da empresa ThruVision, que produz a câmera.

O porta-voz ressalta ainda que, apesar de conseguir "ver" embaixo das roupas, a câmera não mostra detalhes do corpo das pessoas.

A nova câmera foi desenvolvida em parceria com a Agência Espacial Européia e será apresentada nesta semana durante uma feira de exposições do Ministério do Interior da Grã-Bretanha.

Segurança
Segundo os produtores, o novo dispositivo poderá ser usado em estações de trem, centros de comércio e outros locais públicos para aumentar a segurança.

"Os atos de terrorismo balançaram o mundo nos últimos anos e as precauções de segurança ficaram mais intensas globalmente", disse Clive Beattie, diretor da ThruVision. "A habilidade de ver objetos metálicos e não-metálicos nas pessoas a 25 metros de distância é certamente uma chave que poderá melhorar os sistemas de segurança", afirma.

Uma câmera similiar já é utilizada em alguns prédios e escritórios da região londrina de Canary Wharf, um dos centros financeiros de Londres. As filmadoras são instaladas nas recepções das empresas e conseguem detectar objetos embaixo das roupas das pessoas a uma distância de até 12 metros.
 

BBC Brasil

sexta-feira, 7 de março de 2008

Software transforma pensamento em comandos

O aparelho "Brain-Computer Interface" (BCI), interface entre cérebro e computador que permite ao usuário se comunicar com a máquina via pensamento, está sendo demonstrado na CeBIT, em Hanover.

O produto, desenvolvido pelo Instituto de Automação da Universidade de Bremen, detecta padrões na atividade cerebral e os converte em sinais para comunicação e controle do computador.

O equipamento pode ser muito útil para pessoas que perderam todos os movimentos, inclusive a fala. Pode ser criado um comando para pegar água, por exemplo, ou navegar na Internet só utilizando o pensamento.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Rádio por Wi-Fi

Aquele modelo tradicional de AM/FM analógico já deu o que tinha que dar

Você já ouviu falar de empresas como Roku, Com One, Revo, Terratec e Tivoli? Eu, nunca. Até que li esses nomes numa resenha do jornal International Herald Tribune. São empresas (européias, japonesas) pequenas, mas que podem estar criando um precedente interessante. Você costuma ouvir rádio? Essa mídia vive um momento de grandes mudanças. Aquele modelo tradicional, AM/FM analógico, já deu o que tinha que dar.

Anunciam que o rádio digital estará no mercado em mais ou menos um ano. Os receptores teriam que ser trocados ou receber pequenos adaptadores. Prometem que a AM digital vai ter “som de FM”. E a FM digital, “som de CD”. O problema é que esse processo de digitalização vai depender basicamente do governo federal. Daqui um ano o que teremos? Comissões, comissários, burocracia, adiamentos, denúncias? Torço para que funcione.

A outra saída para o rádio está muito longe do Brasil. É o rádio por satélite. Por enquanto só existem duas empresas funcionando nos Estados Unidos, a Sirius e a XMSR, que deverão se fundir. Se nem a Europa nem o Japão chegaram lá, imagine a América Latina.

Hoje, 2007, o que temos para ouvir? Aparelhos captando FM com som medíocre e AM com som de ovo na frigideira. Você consegue captar umas 20 emissoras em cada faixa (sendo que metade delas é evangélica).

É aí que entram a Roku, a Com One, a Revo, a Terratec e a Tivoli. Elas criaram receptores para rádios via internet e se conectam em redes Wi-Fi. São aparelhos simples (apenas um deles é estéreo, e a maioria precisa de tomada para funcionar), mas são revolucionários na história do rádio.

Enquanto radinhos comuns captam umas 40, 50 emissoras em AM e FM, esses receptores Wi-Fi têm acesso a cerca de 10 mil estações espalhadas pelo planeta. A NRG 106,6 FM de Tirana, Albânia, está a poucos cliques da ZBC de Harare, Zimbabwe. Ouça a Radio 1 de Papeete, Tahiti, e imagine-se tomando um drinque ao sol. Um detalhe fundamental: tudo isso sem ruídos e interferências. A ANET, transmitindo da Antártida, pode ter a mesma qualidade de som da AM da esquina cobrindo o futebol de cada domingo. E de graça.

Esses receptores Wi-Fi atendem por nomes como Phoenix, Pico, Noxon e SoundBridge. Não são fáceis de encontrar. Quem quiser, pode se arriscar a importar um, mas vai ter que pagar o megaimposto de praxe. No entanto, eles apontam numa direção interessante. Quem gosta de simplesmente ouvir rádio via internet hoje está preso ao desktop como nossos avós e bisavós ficavam presos ao lado de seus grandes receptores da sala. Mesmo quem usa notebook é obrigado a carregar coisas demais. Você precisa ligar o mesmo aparelho chamado computador, que oferece processador de texto, planilha de cálculos, browsers, leitores de PDF, e-mail, comunicadores instantâneos, telefone VoIP, jogo de paciência, DVD player. E quem quer tudo isso quando deseja apenas... ouvir rádio?

A mesma lógica se aplica a outras funções acopladas ao PC. Por que não ter também receptores de TV pela internet? Ou transmitir ao vivo, diretamente de câmeras online? A outra revolução todo mundo já conhece — grandes redes de conexão sem fio, cobrindo metrópoles inteiras, o WiMAX. Pode começar por um radinho, mas logo poderemos perder a noção de que estamos ou não na internet. Porque ela fará naturalmente parte de nossas vidas em detalhes imperceptíveis.

INFO

Vivo vende em abril celular com TV digital

SÃO PAULO - A Vivo venderá, a partir de abril, dois modelos de celulares capazes de sintonizar TV digital.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (4), em Campinas, durante inauguração de centro de nanotecnologia. Um dos modelos de celular com TV digital, da Samsung, foi testado pelo presidente Lula, presente no evento.

O modelo mais sofisticado é o V820L, da Samsung. Além de captar TV digital com a tecnologia 1seg, o aparelho é compatível com redes 3G, toca MP3, tem câmera de 2 megapixels e memória expansível com cartão SD.

Inicialmente, a Vivo oferecerá aos seus clientes dois modelos de telefones celulares compatíveis com o sinal de TV Digital fornecidos pelos fabricantes Samsung e Semp Toshiba.

O outro aparelho, o Semp Toshiba CTV41, tem tela sensível ao toque de 2.2”, reconhecimento de escrita, câmera de 2 megapixels, MP3 player com memória expansível via cartão microSD e conexão Bluetooth.

Com os aparelhos, é possível sintonizar o sinal digital das TVs abertas Globo, SBT, RedeTV, MTV, Record, Bandeirantes e Gazeta.

Como o sinal das TVs é aberto, não há cobrança por parte da operadora do conteúdo visto pelo usuário, diz a Vivo. A telecom cobrará pelos serviços de dados e voz.

Segundo a Vivo, os aparelhos serão vendidos inicialmente apenas em São Paulo, onde já há TV digital implementada. A operadora espera vender os modelos em outras praças conforme a TV digital se estenda a outras regiões do Brasil.

A Vivo ainda não definiu os preços dos modelos.

Plantão INFO

Tatuagem ativa celular implantado sob a pele do braço

Imagine ter um celular com uma tela que é ativada à pressão na tatuagem sobre a pele e que aparece, desaparece e muda conforme o que você deseja fazer. O conceito de um celular implantado no braço que funciona à base de energia humana, ou seja, o sangue, é a proposta do "Digital Tattoo Interface", que ganhou destaque na Greener Gadgets Design Competition, realizada em fevereiro em Nova York. O dispositivo pode detectar alterações sangüíneas, alertando o dono quando registrar um problema de saúde.

O conceito criado por Jim Mielke envolve uma tela tatuada na pele com tinta eletrônica, equipada com tecnologia Bluetooth. O dispositivo fica aparente ou não, e se transforma dependendo do que o usuário precisa fazer. Ao receber uma chamada, por exemplo, o usuário responde pressionando um pequeno botão tatuado na pele. Durante a chamada, a tela "ganha vida" e mostra a pessoa com quem se fala, como um vídeo digital. Ao encerrar a chamada, a tela desaparece.

A competição de design de aparelhos ecologicamente corretos é uma iniciativa das empresas Core77 e Greener Gadgets. Os projetos inscritos deveriam buscar soluções criativas para questões de energia, saúde e toxicidade, novos materiais, durabilidade de produtos e desenvolvimento social. O grande prêmio da edição 2008 do concurso foi dado a um aparelho fácil de montar que mede a quantidade de energia que outros dispositivos elétricos utilizam.

Mais detalhes sobre o "Digital Tatoo Interface" podem ser visto no atalho http://tinyurl.com/2rbkeh. Outros produtos mostrados na competição podem ser vistos pelo atalho http://tinyurl.com/2kddet

 

segunda-feira, 3 de março de 2008

Aplicativo de mensagens instantâneas chega ao PSP

A Sony anunciou o lançamento do seu novo programa de mensagens instantâneas Go!Messenger, funcionalidade desenvolvida para o PSP que exige a atualização 3.90 de firmware publicada em janeiro para o portátil.

Dentre as novidades oferecidas pelo aplicativo estão o suporte à videoconferências através de VoIP (Voz sobre IP) e a capacidade de enviar e receber vídeos e sons de alta qualidade em chamadas. As mensagens de texto podem ser tecladas por meio de um sistema de teclado intuitivo desenvolvido para o pequeno aparelho.

De acordo com Stephane Hareau, diretor de marketing da SCEE (Sony Computer Entertainment Europe), o Go!Messenger permitirá que mais de 8,5 milhões de usuários de PSP se conectem na região européia através de chat de vídeo ou voz.

O primeiro anúncio do aplicativo ocorreu durante o evento Leipzig Games Convention 2006, na Alemanha.